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Procuradores acusam MST de impor "ideologia política" em instituto federal

Por: Jornal GGN
De Santa Catarina
Fonte: GGN - Política
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Jornal GGN - O Juízo da 1ª Vara Federal de Chapecó, em Santana Catarina, decidiu acolher um pedido do Ministério Público Federal de quebrar o sigilo de mensagens e suspender da função pública três dirigentes do Campus Avançado Abelardo Luz do Instituto Federal Catarinense (IFC). Entre os atingidos estão a reitora Sônia Regina de Souza, Ricardo Scopel Velho e Maicon Fontaine. O MST local afirmou que o processo é uma "perseguição política" dos procuradores.
 
 
De acordo com o despacho, o MPF apura "diversas irregularidades no campus envolvendo a participação de integrantes do MST e a intensa imposição de ideologia política dentro do Instituto."
 
Os procuradores sustentam que há relatos "de que integrantes do MST participam até mesmo da elaboração de documentos pedagógicos, sendo que os docentes sofrem todo tipo de assédio para assinarem tais documentos, bem como perseguição ideológica quanto aos conteúdo ministrados em sala de aula."
 
Em nota, lideranças do MST local informaram que a ação de busca e apreensão foi concluída pela Polícia Federal, por volta das 19h30 desta quarta (16).
 
O grupo também classificou a investigação como uma perseguição política e criminalização dos movimentos sociais, digna de apoiadores da Escola Sem Partido.
 
"É mais um absurdo e clara perseguição política, o Campus Abelardo Luz é uma conquista do MST e de outros movimentos campesinos da região, a perseguição e a ameaça feita aos companheiros é mais um caso de perseguição e criminalização de movimentos sociais! É mais um caso de escola sem partido que não teve aprovação, mas está cada dia mais vigente nas escolas públicas como um todo, também no Instituto Federal."

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